Se nem for a flor,
E nem for por amor,
O que furará
O concreto,
Da realidade fera?
Ferirão eternamente a mãe Terra?
Ou desfrutarão da imensidão etérea,
De nós... Natureza?
Ficará aqui o que falo
E forçara os infiéis a crerem
Em algo (mesmo que no nada...)?
Ou ficarão inertes
As sementes?
Farão do fel o final,
Ou falsearemos até a própria farsa finalmente
E venceremos a glória,
Para viver a inglória do cotidiano?
Do simples ser e viver,
Com somente o sorriso à frente do mundo e sempre
Ferozmente em frente!
Fiéis dúvidas.
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