Estou sentindo-me estranha,
Invadida, dominada, acuada e cativada,
Acho que estou sinceramente apaixonada;
E olhar do outro me
cerca,
É o mesmo,
O de antes volta e me olha como nunca antes e o quero mais
que tudo,
Já sabes o nome da nada triste figura, daquele que tem um
discreto sorriso
Cativante
Devaneando estou,
E segura, medo?
Concerteza, de que me fuja o chão, e que caia em desespero,
Mas estou sem medo de ser feliz (relembrei palavras suas),
O sofrimento, quando me permito sentir tanto assim,
É miserável e dilacerante,
Mas acho que devemos nos expor, ao amor,
E cutucar mesmo!
Os terríveis demônios que deixamos escondidos na Alma
Sim!
A ordem do dia para mim é mexer com as feridas abertas, que
fingimos que um dia foram fechadas,
Expô-las ao sol, para que sequem,
Para que morram diante do sol vida na terra gaia
Porque a inexistência do limite é e está na certeza de ser
humano,
Podemos voar
Sem ter asas,
Mergulhar sem ter nadadeiras ou saber respirar debaixo
d’água
Não há limite,
Percebes?
Você pode tudo irmão
meu.
Tenho quase certeza,
Mas quem precisa de certezas no mundo da inconstância,
Precisamos é dela, da inconstância,
Do eterno devir,
Da TERRA
Mãe
E dos sonhos ,
Que tens infinitos eu sei,
Ó homem de sonhos! Divida-os comigo pra te dar mais um pouco
do meu amor e por fé neles junto a ti,
pois deve ter fé,
em algo:
Deus, Logos( sempre esqueço o que é isso,porque será que o
uso?), physis,
Marx (é, tem gente que o considera Deus, medddoo)
No amor de mãe,
No amor do nosso pai, e na incoerência de certas diferenças
daquele que saiu do mesmo berço
Nosso irmão,
Amado
Sempre e sempre e sempre!
Amo-te
Até e saudades.
Nenhum comentário:
Postar um comentário