Entre reflexos de arco-íris, o menino crescia. As bolhas gigantes de sabão voavam por segundos, mas o riso se expandia e a todos juntos ele contagia. Eu ria.
Dizia que trovava e pedalava, eu digo que sonhava e encantava.
Havia uma tal exatidão - pra não dizer que não há contradição - ele sabia fazer cálculos e programação.
Seu pensamento era diverso, pra não dizer inverso.
Se era contra a opressão, o corpo via nele espaço de libertação, aberto ao tempo e ao vento como menino-homem nos quintais do mundo.
Se procurava um caminho no pontos de uma tela, tecno-tecnológica demanda de um saber, procura/abre/busca janelas para a resistência a maré do capital, seu dilema visceral.
E essa tal tecnologia, que resolveu unir um dia o menino com uma certa guria, o que será que viria?
Dias de preguiça? Apertos, abraços, toques e bons dias?
...
Dizia que trovava e pedalava, eu digo que sonhava e encantava.
Havia uma tal exatidão - pra não dizer que não há contradição - ele sabia fazer cálculos e programação.
Seu pensamento era diverso, pra não dizer inverso.
Se era contra a opressão, o corpo via nele espaço de libertação, aberto ao tempo e ao vento como menino-homem nos quintais do mundo.
Se procurava um caminho no pontos de uma tela, tecno-tecnológica demanda de um saber, procura/abre/busca janelas para a resistência a maré do capital, seu dilema visceral.
E essa tal tecnologia, que resolveu unir um dia o menino com uma certa guria, o que será que viria?
Dias de preguiça? Apertos, abraços, toques e bons dias?
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Sei que disso tudo ainda não surgiu grandes rimas, mas só o momento já é poesia.